O jornal The Guardian deu destaque à seguinte notícia, no passado dia 6;
“Ukraine V England World Cup qualifier to be broadcast on Internet.
Football fans must pay to watch streaming online or in Odeon cinemas, as game is not available on TV or in pubs.”
A notícia: The Guardian
“Online broadcaster defends decision only to show England match on web.
Perform says pay-per-view plan for Ukraine v England match represents future of broadcasting, despite criticism”
A notícia: The Guardian
A “novidade” da transmissão deste jogo de Inglaterra, em exclusivo via web, só é possível devido a uma série de acontecimentos. O país já se qualificou para o campeonato do mundo, a empresa que detinha o direito de transmissão dos jogos faliu e quem adquiriu este direito decidiu apostar numa forma “nova” de transmitir o jogo.
Para assistir ao jogo existem duas opções; uma cadeia de cinemas que o irá transmitir ou será necessário ter um computador com ligação à web e pagar qualquer coisa como 5,50 euros para assistir em terras de sua majestade ao jogo.
Com esta notícia uma pergunta se colocou. Será que isto significa a morte da televisão? Michael Rosenblum, especialista em jornalismo digital afirmou que “Se querem saber qual é o futuro de um media, sigam as transmissões desportivas”.
A notícia relembra logo para os diversos directos já efectuados por webtelevisões em Portugal e em concreto pelas transmissões efectuadas pela Minho Actual TV. O jogo de apresentação aos sócios do SC de Braga, transmitido via web pela Minho Actual TV, em Julho de 2009, foi nas palavras dos responsáveis pelo canal “um verdadeiro sucesso“.
Ao longo de três horas de emissão, e de acordo com dados do canal, 11452 cibernautas assistiram a emissão do directo. Os dados são interessantes, embora não signifiquem necessariamente a morte da televisão, tal e qual como a conhecemos no momento.
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